Julho 2019

Cá estamos de volta depois de uma pequena pausa. Ui! Foram uns dias excelentes e absolutamente necessários para parar um pouco, cuidar de nós e colocar muitas ideias no lugar. De há um ano para cá a nossa vida mudou muito e já estávamos a precisar de "fechar para balanço", retocar planos e redefinir metas...

E depois de uma grande luta para recuperar este 52, cujo conteúdo quase perdemos numa atualização conflituosa, aqui estamos novamente e, desta feita, com um banhinho tomado. As mudanças podem não ser muito evidentes mas há umas nuances novas no que toca ao layout, fontes e mais um ou outro detalhe. Estamos, por isso, em teste, e agradecemos que nos informem de alguma anomalia que detetem, nomeadamente na visualização em diferentes dispositivos. Também podem dar-nos a vossa opinião acerca de tudo o mais que vos aprouver. Assim sendo, sai hoje mais um artigo, ainda a propósito da organização dos roupeiros. É que não queria deixar de partilhar a conclusão a que chegámos em relação aos cabides que utilizamos. Durante anos pendurámos a nossa roupa em cabides de madeira, bons, fortes, bonitos, macios e de grande durabilidade. Não os trocaria por outros. No entanto, há tempos apareceram uns novos em veludo, menos escorregadios, mais finos e, por isso mais frágeis também. Muitas eram as opiniões que diziam que estes cabides mais finos ocupariam muito menos espaço no roupeiro. Duvidei que a diferença fosse assim tão significativa, mas resolvi comprar uns poucos, até porque os queria experimentar com os casacos de malha finos e as blusas de decote largo, que dificilmente se seguravam bem nos de madeira. Não é que fiquei absolutamente convencida?! Na realidade, A roupa segura_se bem melhor e estes cabides ocupam muitíssimo menos espaço! Acabei por ir comprar mais. Consegui colocar uma blusa em cada cabide e, ainda assim, ganhar espaço no roupeiro. É claro que, para a roupa mais pesada (casacos de inverno) continuo a manter os de madeira, pois são bem mais fortes, mas para a secção das blusas e malhinhas, estes são perfeitos. Por agora, os vestidos ainda estão nos cabides de madeira, mas aos poucos também substituirei estes pelos de veludo. Quanto às saias e calças - à exceção das de ganga, que dobro -, as outras também penduro em cabides bem finos, de metal, com molas, que aproveitam bem o espaço. Resumindo, não há dúvida de que os cabides podem fazer uma grande diferença na ocupação do espaço no...

O roupeiro que agora me pertence já existia nesta casa quando para cá viemos. Não é, por isso, um daqueles roupeiros modernos, todos lindos e cheios de soluções de organização. É até muito básico. Ainda assim, tem uma boa dimensão, umas portas de correr engraçadas e é bastante luminoso (branco por dentro e por fora). O problema maior é não ter quaisquer gavetas para arrumar peças pequenas, blusas, camisolas ou lingerie. Foi por isso que, durante a organização do nosso closet, cheguei à conclusão que precisava de resolver esta questão e substituir algumas prateleiras por gavetas. Procurei diversas soluções, como módulos de gavetas (que coubessem no interior do armário) e caixas ou cestos (para colocar nas prateleiras), mas nenhuma me agradou completamente. Os módulos de gavetas ocupavam demasiado espaço e, como o armário tem portas de correr que não abrem na totalidade, ou o módulo seria estreito ou não conseguiria aceder com facilidade às gavetas. A solução teria que passar por gavetas avulso, pouco profundas e sobrepostas com uma boa distância entre si. E onde poderia eu encontrar algo assim? Claro, na IKEA! Não, este não é um artigo patrocinado. Francamente, lembrei-me que uma solução do género da que pretendia poderia existir em alguma gama de armários Ikea. Fui procurar e encontrei, então, estes cestos de arame, muito bonitos, leves e modernos. E baratos. Com uma medida muito próxima da que necessitava.   •     Apenas tive que comprar os cestos, as respetivas calhas e colocar duas placas de contraplacado, uma de cada lado do armário, para encurtar a largura em 1cm, até ficar com a medida que necessitava para suspender os cestos. Com uma boa distância entre os cestos, consigo visualizar e aceder perfeitamente a toda a roupa, e ainda consigo puxá-los ligeiramente para fora. Inicialmente, só tinha comprado dois, para blusas de malha e camisolas, mas depois fui buscar um terceiro para arrumar também as calças de ganga. Não é que as calças fiquem mal, dobradas e empilhadas – até funciona –, mas eu queria um espaço mais amplo por baixo das blusas penduradas nos cabides, e aproveitar essa prateleira para colocar um ou outro acessório utilizado com...

E vir fazer-nos uma visita, já no próximo sábado? Desde que mudámos o atelier para o novo espaço, que queríamos muito trazer cá amigos e seguidores do nosso 52. Imaginámos fazê-lo já com um tudo arranjado, organizado e perfeito...

Estou tão contente por ter concluído a organização dos roupeiros e poder partilhar isso convosco! Tão, mas tão contente! É que não foi tarefa fácil e havia a imposição de ter que ficar concluída este mês. Atarefados, como todos (os três) temos andado, não pude exigir muito a nenhum de nós e, por isso, cheguei a pensar que não conseguiríamos terminar. À Cá apenas pedi que esvaziasse o seu roupeiro e que selecionasse a roupa que ainda veste. Eu tratei de fazer a limpeza e de a voltar a arrumar. Ao Marcelo apenas pedi – num bocadinho e depois de lhe colocar toda a roupa em cima da cama – que selecionasse o que já não usa. Da disponibilidade deles, apenas precisei de uma hora de cada. A tarefa maior ficou para mim, ao longo das últimas três semanas, a limpeza e organização, distribuídas da seguinte forma: limpeza das roupas - aproveitando o horário noturno para colocar a máquina a lavar, estendendo de manhãzinha, passando a ferro com ajuda externa (6h) e arrumando ao fim-de-semana (meio dia para cada roupeiro, um dia para o meu :-) que precisava de gavetas novas para substituir prateleiras); limpeza dos armários, prateleiras e gavetas (cada um de nós tem o seu roupeiro, 1/2h para cada); comprar o que precisaríamos para reorganizar tudo (umas horas, talvez quatro, no total); organizar novamente a roupa (1h em cada um dos roupeiros deles e 4h no meu) Atenção que estes tempos estão abaixo do normal pois os nossos roupeiros já tinham sido organizados e muito destralhados no passado, tratando-se, agora, apenas de um reajuste com alguns melhoramentos, aproveitando a mudança de estação. Por agora deixo-vos apenas com algumas imagens do nosso closet e tentarei, noutro artigo, debruçar-me sobre os detalhes de organização e dobras de roupa. Nenhum de nós é acumulador e nenhum tem roupa em excesso. Aliás, ao longo dos últimos anos  aprendemos a apreciar "o essencial". O nosso atleta tem apenas um devaneio: guardar todas as t-shirts de corrida de todas as provas em que participou, o que já dá três caixas cheiinhas! Fora isso, é bastante comedido nos...

Jarra de vidro. ♥ Cá em casa não temos hábito de consumir água engarrafada. No entanto, eu acho que a garrafa de vidro é uma peça tão bonita! Gosto mesmo. Foi por isso que, a determinada altura, comprei uma dezena delas, de marcas diferentes, com linhas diferentes e tamanhos variados. Durante uns dias fiz prova de quase todas as águas engarrafadas do mercado :-D e fiquei fã das águas com sabores. Ainda assim, o meu objetivo não era provar as águas, mas sim ficar com as garrafas para fazer delas jarras de vidro. Gosto delas e não tenho qualquer pudor em usá-las como jarras (como fiz aqui). Acho que dão um ar mais descontraído, natural, um pouco até négligé, ao ambiente. Há dias, precisava de uma pequena jarra para o atelier. Fui buscar uma das garrafas, mas queria dar-lhe um ar mais cuidado. Peguei então numa de corpo reto (porque há outras com curvas e barriguinhas), num pedaço de napa (a mesma que tenho usado em outros diy), cortei uma faixa e envolvi a garrafa. Peço desculpa não ter fotografado cada passo, para verem como fiz, mas não estava a pensar partilhar...