Jarra de vidro. ♥
Cá em casa não temos hábito de consumir água engarrafada. No entanto, eu acho que a garrafa de vidro é uma peça tão bonita! Gosto mesmo. Foi por isso que, a determinada altura, comprei uma dezena delas, de marcas diferentes, com linhas diferentes e tamanhos variados. Durante uns dias fiz prova de quase todas as águas engarrafadas do mercado 😀 e fiquei fã das águas com sabores. Ainda assim, o meu objetivo não era provar as águas, mas sim ficar com as garrafas para fazer delas jarras de vidro. Gosto delas e não tenho qualquer pudor em usá-las como jarras (como fiz aqui). Acho que dão um ar mais descontraído, natural, um pouco até négligé, ao ambiente.

Hoje é quinta-feira, dia de novo artigo no blogue e dia de fechar os artigos de Nova Iorque para gente como nós, gente que gosta de artes, de criar, de diy, de organização, de decoração… e de rock!
Vamos a isso?
Pois aqui ficam mais uns quantos locais, que nós três – pai, mãe e filha – fizemos questão de visitar (para além dos habituais, claro está!).

Foi dito aqui há tempos que andávamos a preparar uma série de novidades… E é verdade. Depois de anunciar um artigo novo no blog a cada quinta-feira, termos aceitado o convite para colaborar com a Homify e termos uma nova “morada” – não sei se repararam, mas agora somos 52.pt (não têm que mudar nada nos vossos registos porque o reencaminhamento é automático) –, agora vimos comunicar que decidimos voltar em força ao tema da organização e usar os próximos oito meses para implementar em nossa casa uma estratégia muito ambiciosa! Oh yeah!… E isso é o quê???? Até ao Natal vamos correr todos os cantos da casa e organizar cada um! Organizar toda a casa até ao Natal? Uau!

Não, ainda não virámos blogue de viagens. 😀 Este artigo é sobre Nova Iorque, sim, mas a Nova Iorque que nós há já algum tempo que queríamos visitar. A cidade dos museus e das galerias, da arte urbana e dos arranha-céus, das grandes avenidas e dos bairros peculiares, a cidade das megastores e das pequenas lojas de bairro, dos restaurantes famosos e da comida de rua, sim, tudo isso fazia parte do nosso programa, mas também uma série de locais que, não sendo os “very typical”, fazíamos questão de visitar. E é sobre esses que nos vamos debruçar aqui.

Linda esta parede, não?
Esta semana terminámos um dos projetos mais apetecíveis para o atelier, uma parede. Não uma parede qualquer, em tijolo ou pladur, mas uma parede móvel. E para quê uma parede móvel, perguntam vocês. Sim, nós já construímos uma parede fixa (para quem não se lembra, podem vê-la aqui), mas não queríamos construir outra, para ter o espaço amplo sempre que quisermos. É que, por vezes, precisamos de resguardar uma ou outra zona do espaço e não queríamos nada fixo, nada definitivo. Queríamos algo do tipo biombo, que pudéssemos arrastar para onde fosse preciso. Por outro lado, precisávamos também de um cenário para fotografar os nossos trabalhos, algo que se pudesse mover para apanhar a melhor luz e ajustar-se ao objeto (por vezes grande) e decidimos, então, fazer esta estrutura com rodízios.