Decoração

Já devem ter reparado que adoro fazer jarras de garrafas de água. Desta vez, usei um conjunto de três garrafas de vidro para fazer um centro de mesa de Natal bem giro e natural, com plantas secas que vamos apanhando aqui e ali. Sim, porque as miúdas cá de casa andam fãs de flores e folhagem seca, por isso deixamos secar tudo o que apanhamos na rua e, ainda, os ramos de flores que nos oferecem. A base, onde coloquei as jarras, foi feita por mim, apenas com uma placa de balsa. Num próximo artigo, publicarei um "passo a passo" para vos mostrar como fiz, sem ferramentas elétricas. Por agora, deixo-vos com esta beldade, que já decorou a mesa do jantar de Natal, que realizámos aqui em casa, com os amigos.   Às plantas secas juntámos bolas de Natal douradas, enfiadas num pau de espetada. E, agora, vamos sair e ver se conseguimos reunir tudo o que precisamos para os nossos kits oferta, que já vos tenho vindo a falar. O pai dispensa este "passeio" e decidiu não nos acompanhar. Em prol de uma extensa investida e liberdade de movimentos, as miúdas agradecem! Bom domingo!Carlota       ...

A nossa lista de presenteados está feita e os respectivos presentes definidos. Vamos tentar fazer como pensámos - uma pequeno kit temático para cada pessoa -, mas ainda não começámos a reunir o que necessitamos, entre coisas compradas e coisas feitas por nós. Ainda não temos uma única prenda para ninguém. Quem mais se revê neste filme? Assim que a Cá entrar de férias, poderemos contar com a sua colaboração e, como sabe costurar, acho que vamos aproveitar este dote. Os kit funcionarão assim: por exemplo, o kit "filmes" inclui uma lista dos nossos filmes recomendados (checklist feita por nós), um pacote de milho para pipocas e uma receita de pipocas (diferente da usual), tudo num balde de pipocas. Dentro deste espírito, haverá o kit de culinária, o de cozinha, o de jardinagem, origami, etc. Todos, a condizer com o perfil da pessoa a quem vamos oferecer. Durante os próximos dias, daremos mais detalhes. Sigam o Instagram. Entretanto, o melhor é começar já a preparar os têxteis das festas. Toalhas, guardanapos, panos de loiça e de tabuleiro, pegas, naperons, está na hora de lavar tudo e de garantir que não somos surpreendidos com nódoas ou manchas amarelas. O tempo não está de feição e, entre lavar, secar e passar, podemos demorar-nos nesta tarefa. Sobretudo quem, como nós, vai trabalhar até à última. Hoje, há jantar de amigos cá em casa e isto começa a aquecer! Entretanto, fui reler um artigo que publicámos em 2017 - uma mesa de jantar que ficou linda. Espreitem! https://52.pt/blog/2017/12/01/a-nossa-decoracao-de-natal/...

É natural que quem não esteja ligado à área do design e da moda não se tenha ainda apercebido que todos os anos a Pantone lança A Cor do Ano. Há quem diga que é mera estratégia de marketing da marca (empresa americana de consultoria de cores). Verdade é que a cor do ano da Pantone tem vindo a influenciar, há mais de vinte anos e cada vez mais, as tendências de moda, decoração, design industrial e design gráfico. Posto isto, qual é a cor para 2020? O Pantone 19-4052 Azul clássico. Este ano, a Pantone definiu esta cor como tendência; uma cor “honesta”, que transmite calma, confiança e serenidade em tempos de uma “humanidade sempre stressada”. Esta cor do céu ao entardecer expressa, ainda, confiança, fé e constância, oferecendo uma sensação de proteção tranquilizadora. Olhando em volta, descubro a cor em alguns detalhes da nossa sala...

Este artigo não é dirigido a espaços corporativos, onde a luz instalada faz parte de um projeto de iluminação e onde a identidade da empresa se baseia também no ambiente de trabalho recriado. este artigo é dirigido a quem é dono e senhor do seu posto de trabalho e pode ver nele refletida a sua individualidade. Também não vou tratar este assunto do ponto de vista da HST (Higiene e Segurança no Trabalho) com normas e regras generalizadas, mas de forma mais pessoal e humanizada, não desvalorizando todos os estudos feitos e leis do trabalho que se impõem. Ainda assim, não posso deixar de concordar com aqueles que defendem que a regulação da iluminação instituída nas empresas está, de certa forma, desatualizada. A regulação da iluminação surgiu para  resolver o problema dos espaços sub iluminados, mas o que nós vemos agora é que muitos escritórios e ambientes de trabalho vivem uma poluição luminosa e a luz tem sido correntemente utilizada apenas para cumprir tarefas básicas, promover a segurança e o conforto visual, bem como a performance. Ora, as lâmpadas podem fazer por nós muito mais do que apenas providenciar iluminação. Felizmente, surge uma nova tendência nas empresas: a de valorizar, já não uma luz homogénea, igual em todo o espaço mas, antes, vários e diferenciados ambientes e atmosferas (porque a forma de trabalhar hoje é, também ela, outra). Hoje, as pessoas trabalham mais em equipa, não só sentadas à secretária mas no tablet, no telemóvel, em sofás e mesas de refeição. Hoje, percebe-se que sem pessoas motivadas, alegres e mentalmente sãs não há pessoas produtivas e se as pessoas estão felizes e confortáveis no seu ambiente, coisas boas acontecem. Mas vamos, então, ao que me trouxe até aqui. Como tratar a iluminação no nosso espaço de trabalho particular? A iluminação pode fazer mais por um ambiente do que qualquer decoração! LUZ NATURAL Se possįvel, coloque a sua mesa de forma a proveitar o máximo da luz solar. Nada como a luz natural para nos energizar. Ainda assim, os computadores jamais deverão ficar de frente ou de costas para a janela, pois essas condições geram escurecimento e reflexos...

Descobri por experiência própria que renovar um espaço e uma imagem, pode ser tudo o que precisamos para renovar a forma como nos vemos a nós próprios e como nos inserimos nesse espaço. Como assim? Passo a explicar: Ter mudado de instalações (por muito que me custe estar mais longe de casa), ter renovado a imagem do Nósnalinha e ter investido numa nova área de negócio foi a lufada que estávamos a precisar para voltar a sentir borboletas na barriga quando vamos trabalhar. Conhecem a sensação das borboletas na barriga quando estamos apaixonados, certo? Pois, isso. É claro que temos dado tudo, trabalhado muuuuuito! A dedicação tem sido TODA. É verdade que temos investido muito na empresa, em todos os sentidos. E tem havido por aqui tripas feitas coração e sangue, suor e lágrimas. Mas, com isso, vem também o reconhecimento, a satisfação, os sorrisos. E é claro que há dias maus e há dias bons...

Acho que gosto mais de casas usadas do que de casas novas. Gosto de casas remodeladas. Gosto mais de casas decoradas com história do que só com objetos comprados especificamente para encaixar nos novos espaços. A nossa casa não é nova e tem muitos defeitos. Há defeitos que nos incomodam e, esses, temos vindo a corrigir, aos poucos, sem pressas. E depois há aqueles que fazem parte desta casa, que denunciam que há e sempre houve vida aqui e que, por incrível que pareça, acho mesmo que fazem parte do seu charme. Na decoração passa-se o mesmo: a maioria dos objetos que decoram as prateleiras e paredes da nossa casa, são objetos que contam histórias, que têm uma vida, que já pertenceram a alguém, ou que nos foram oferecidos por alguém, ou feitos por alguém que tem um nome. Hoje reparei que temos muito poucas peças decorativas modernas ou compradas por nós. Temos alguns, bastantes, objetos antigos, mas nem por isso a nossa casa tem um ar pesado ou bafiento. Só nesta estante, ao lado do sofá, temos diversos objetos de épocas passadas, misturados com outros mais recentes...

Cá estamos de volta depois de uma pequena pausa. Ui! Foram uns dias excelentes e absolutamente necessários para parar um pouco, cuidar de nós e colocar muitas ideias no lugar. De há um ano para cá a nossa vida mudou muito e já estávamos a precisar de "fechar para balanço", retocar planos e redefinir metas...