Dica

Bom dia, gente gira! Hoje, vou ser breve. Os artigos de dicas são os mais procurados e os que têm maior número de visualizações, neste blog. Por isso, vou partilhar mais esta, que me deu muito jeito: como tirar uma nódoa de batom de uma peça de malha. O batom é composto por óleos, cera e pigmentos. Existem várias formas de tirar esta nódoa, mas eu queria uma que não implicasse detergente ou a lavagem integral da camisola. Procurei entre todas as soluções e resolvi experimentar, então, o álcool. Protegi a parte de trás da camisola com uma folha de papel absorvente dobrada em várias partes (para a mancha não passar para trás), deitei umas gotas de álcool em cima da nódoa e fiz pressão com papel absorvente (também se pode usar um pano seco). A mancha ficou logo mais suave. Repeti, passando bem com o papel seco e ficou impecável! Parece que, para nódoas maiores, também resulta com água oxigenada (uma colher de sopa) misturada com água (três colheres) mas, nesse caso, teria que deixar a nódoa mergulhada na solução por quinze minutos e, depois, colocar na máquina de lavar. Assim, consegui resolver apenas com o álcool e sem levar a peça à máquina. Beijos (sem batom) e abraços! Carlota...

Por onde começar quando queremos renovar o nosso espaço de trabalho e torná-lo mais aprazível, tranquilo e, ao mesmo tempo, inspirador e produtivo? Neste artigo não me vou referir a grandes espaços nem a grandes obras de fundo, antes a uma pequena e rápida ação que podemos executar já, antes de começar a trabalhar, e que irá melhorar muito a nossa relação com a mesa de trabalho. Vamos a isso? A mudança começa hoje! Mesas repletas de objetos, documentos, pastas e dossiers dão a ideia, falsa, de grande produtividade. Ninguém se sente bem ao sentar-se na sua mesa de trabalho e ter de começar a lidar de imediato com as pendências que ficaram do dia anterior, por cima de uma pilha de papelada que se tem vindo a acumular com o tempo e que nos recorda que há outras pendências, ainda mais antigas, que não estão resolvidas. Ao pegar ao trabalho, eis o que devemos encontrar, apenas, em cima da secretária: espaço livre, luz e organização. Dito assim parece vago, mas mais vago seria impôr uma imagem irreal com objetos que nada poderão ter a ver com o vosso espírito ou com o trabalho que executam. Computador quase todos nós temos na mesa de trabalho, mas na minha existe ainda um scanner e uma mesa digitalizadora que utilizo o dia todo. A minha agenda e caderno de notas e rabiscos tem, também, o seu lugar aqui. São objetos essenciais para mim, serão para muitos, mas não para todos. Há quem sinta necessidade de ver na secretária uma alusão à família, um retrato dos filhos, eu não especialmente. Por isso, sugiro que, conscientes do nosso trabalho e das nossas necessidades, olhemos, então, para a secretária onde nos sentamos diariamente e façamos uma lista (pode ser mental) daquilo que necessitamos – e apenas isso, necessitamos – de ver assim que nos sentamos para começar a trabalhar. Esta é a minha lista: - computador - scanner - mesa digitalizadora - agenda - contas para pagar hoje - planta - humidificador (difusor de óleos essenciais) Tudo o resto, guardo no módulo de gavetas por baixo da secretária e na estante atrás de mim. Feita, então, esta...

Esta é a nossa casa de banho, mínima. Dois de nós cá dentro e estamos apertados. É por isso que a organização, também aqui, se tornou tão importante. Com as duas miúdas e o miúdo desta casa a fazer uso dela - e as visitas, quando as temos - há que gerir bem o espaço. Começo a chegar à conclusão que, felizmente, somos os três um pouco “minimalistas” (sem fundamentalismos) e só assim conseguimos os três “cohabitar” este espaço. Prometi a mim mesma que até ao Natal correria toda a casa a organizá-la e, desta vez, foi a vez desta casa de banho. Temos outra no andar de baixo, a qual se seguirá. Mas, agora, vamos a esta. Casa de banho organizada - check! 1. Destralhar Comecei por destralhar o espaço, que é como quem diz, o armário. Mesmo não sendo muito consumistas consegui encontrar vários produtos fora de prazo, fora de uso ou que por aqui foram ficando apesar de aqui não pertencerem (como uns cabides de colar que nunca se mantiveram colados ou um suporte de chuveiro que também não funcionou bem, um shampoo não aprovado,...

Ora aqui está mais uma coisa que fiquei a saber: tecnicamente, a mangueira do chuveiro chama-se "bicha". Pois foi também esta bicha que eu me decidi a trocar, para cumprir o objetivo de fazer uma melhoria e organizar os nossos quartos de banho, durante o mês de julho. Tenho-vos a dizer que ficou quase tudo feito, apenas ficando a faltar um ou outro detalhe (c0m0 substituir o silicone das banheiras). Em breve publicarei aqui o artigo acerca da organização destes espaços. Por agora, partilharemos como foi feita a substituição da mangueira do chuveiro, a dita "bicha". Fácil, claro, mas ainda assim digno de partilhar. A antiga já se tinha estragado há muito mas, como este wc é muito pouco utilizado para banhos, colocar uma nova foi tarefa que andava para aqui a ser empurrada com a barriga. Agora, está feita!...

E depois de uma grande luta para recuperar este 52, cujo conteúdo quase perdemos numa atualização conflituosa, aqui estamos novamente e, desta feita, com um banhinho tomado. As mudanças podem não ser muito evidentes mas há umas nuances novas no que toca ao layout, fontes e mais um ou outro detalhe. Estamos, por isso, em teste, e agradecemos que nos informem de alguma anomalia que detetem, nomeadamente na visualização em diferentes dispositivos. Também podem dar-nos a vossa opinião acerca de tudo o mais que vos aprouver. Assim sendo, sai hoje mais um artigo, ainda a propósito da organização dos roupeiros. É que não queria deixar de partilhar a conclusão a que chegámos em relação aos cabides que utilizamos. Durante anos pendurámos a nossa roupa em cabides de madeira, bons, fortes, bonitos, macios e de grande durabilidade. Não os trocaria por outros. No entanto, há tempos apareceram uns novos em veludo, menos escorregadios, mais finos e, por isso mais frágeis também. Muitas eram as opiniões que diziam que estes cabides mais finos ocupariam muito menos espaço no roupeiro. Duvidei que a diferença fosse assim tão significativa, mas resolvi comprar uns poucos, até porque os queria experimentar com os casacos de malha finos e as blusas de decote largo, que dificilmente se seguravam bem nos de madeira. Não é que fiquei absolutamente convencida?! Na realidade, A roupa segura_se bem melhor e estes cabides ocupam muitíssimo menos espaço! Acabei por ir comprar mais. Consegui colocar uma blusa em cada cabide e, ainda assim, ganhar espaço no roupeiro. É claro que, para a roupa mais pesada (casacos de inverno) continuo a manter os de madeira, pois são bem mais fortes, mas para a secção das blusas e malhinhas, estes são perfeitos. Por agora, os vestidos ainda estão nos cabides de madeira, mas aos poucos também substituirei estes pelos de veludo. Quanto às saias e calças - à exceção das de ganga, que dobro -, as outras também penduro em cabides bem finos, de metal, com molas, que aproveitam bem o espaço. Resumindo, não há dúvida de que os cabides podem fazer uma grande diferença na ocupação do espaço no...

Não, ainda não virámos blogue de viagens. :-D Este artigo é sobre Nova Iorque, sim, mas a Nova Iorque que nós há já algum tempo que queríamos visitar. A cidade dos museus e das galerias, da arte urbana e dos arranha-céus, das grandes avenidas e dos bairros peculiares, a cidade das megastores e das pequenas lojas de bairro, dos restaurantes famosos e da comida de rua, sim, tudo isso fazia parte do nosso programa, mas também uma série de locais que, não sendo os "very typical", fazíamos questão de visitar. E é sobre esses que nos vamos debruçar aqui. Mãe, pai e filha, todos preparámos bem estas férias. E, afinal, a preparação de qualquer viagem pode ser grande parte da diversão, não concordam? Neste caso, foi mesmo. Antes da partida já tínhamos três listas de "must do and see" para articular e reunir em cinco dias. E o mais engraçado foi perceber as particularidades de cada lista. Para não ficar demasiado extenso, resolvemos separar este tema em vários artigos. Aqui ficam, portanto, os primeiros locais que pai, mãe e filha fizeram questão de visitar. Da lista da Carolina faziam parte uma série de craft shops como a Paper Source e a Paper Presentation (papelaria, brindes e estacionário) e a Purl Soho (retrosaria). Paper Presentation   Purl Soho A Purl fica mesmo no Soho, um bairro de artistas e galerias. Daqui, a Cá trouxe uns kits lindos de costura e bordado. O Soho fazia parte da lista da mãe e, por isso, aproveitámos estar no bairro para ver umas quantas galerias de arte e lojas alternativas (de novos artesãos, estilistas e outros artistas).   Passemos, então, à lista da mãe: Com especial atenção à decoração de interiores e ao design, desta lista fazia parte o MOMA - Museum of Modern Art, onde apanhámos a exposição "The Value of Good Design".   Inspiração boa para criação de novas peças para a nossa casa! Aqui a Carlota saiu de lá com vontade de fazer pintura em tecido. Daí, o próximo local que aconselhamos, a Blick, loja de material de artes. Uma tentação! Não há como nos sentirmos todos uns artistas, aqui...