DIY

Ora aqui está mais uma coisa que fiquei a saber: tecnicamente, a mangueira do chuveiro chama-se "bicha". Pois foi também esta bicha que eu me decidi a trocar, para cumprir o objetivo de fazer uma melhoria e organizar os nossos quartos de banho, durante o mês de julho. Tenho-vos a dizer que ficou quase tudo feito, apenas ficando a faltar um ou outro detalhe (c0m0 substituir o silicone das banheiras). Em breve publicarei aqui o artigo acerca da organização destes espaços. Por agora, partilharemos como foi feita a substituição da mangueira do chuveiro, a dita "bicha". Fácil, claro, mas ainda assim digno de partilhar. A antiga já se tinha estragado há muito mas, como este wc é muito pouco utilizado para banhos, colocar uma nova foi tarefa que andava para aqui a ser empurrada com a barriga. Agora, está feita!...

Na nossa casa, e tenho a certeza que em muitas (para não dizer todas), há sempre pequenas coisas que tendemos a deixar passar, de tanto nos habituarmos a vê-las. De volta do quarto de banho, dei conta do ralo do lavatório, com mau aspeto há já tempo a mais. A tampa já não existia, soltou-se da corrente e desapareceu e o parafuso que o aperta estava para lá de enferrujado. Nesta senda de organizar os quartos de banho cá de casa, achei que substituir este ralo, e respetiva tampa, tinha que ser uma das tarefas prioritárias. Comprei, então, um kit de válvula para lavatório (que já vinha com uma tampa de borracha), uma tampa cromada (mais bonita que a de borracha), um kit de corrente e meti mãos à obra. Como foi a primeira vez que fiz este trabalho – sem saber muito bem como se faria e na expetativa do que sairia daqui –, julgo que se justifica partilhar esta experiência. Podem dizer que é básico – e é – mas, como eu, haverá por aí muita gente que também nunca trocou uma destas vávulas e agradecerá umas instruções, passo a passo. Por isso, cá vão!  Como substituir o ralo do lavatório Este era o estado da situação: Antes de mais, para executar esta tarefa, libertei todo o espaço por baixo do lavatório e coloquei uma bacia, pois há sempre água que cai do sifão (e nunca se sabe quando uma pequena distração nos faz abrir uma torneira, com a tubagem retirada). Em seguida,  desapertei o parafuso. Ou melhor, com este completamente desfeito, desparafusá-lo foi missão impossível, por isso segurei-o com um alicate enquanto desenrosquei a peça por baixo do lavatório – uma pequena ginástica. Desencaixei-a do sifão e descartei-a. Aproveitei para limpar bem a zona do ralo. E coloquei as novas peças - o corpo de plástico por baixo e a grelha por cima - aparafusando-as. Em seguida, encaixei o sifão e respectiva borracha no corpo de plástico e voltei a apertar tudo muito bem, garantindo que não havia quaisquer fugas de água. Ah! E aproveitei para limpar o sifão. Ficou impecável! Depois, dediquei-me à tampa e à corrente. Retirei a...

Cá estamos de volta depois de uma pequena pausa. Ui! Foram uns dias excelentes e absolutamente necessários para parar um pouco, cuidar de nós e colocar muitas ideias no lugar. De há um ano para cá a nossa vida mudou muito e já estávamos a precisar de "fechar para balanço", retocar planos e redefinir metas...

O roupeiro que agora me pertence já existia nesta casa quando para cá viemos. Não é, por isso, um daqueles roupeiros modernos, todos lindos e cheios de soluções de organização. É até muito básico. Ainda assim, tem uma boa dimensão, umas portas de correr engraçadas e é bastante luminoso (branco por dentro e por fora). O problema maior é não ter quaisquer gavetas para arrumar peças pequenas, blusas, camisolas ou lingerie. Foi por isso que, durante a organização do nosso closet, cheguei à conclusão que precisava de resolver esta questão e substituir algumas prateleiras por gavetas. Procurei diversas soluções, como módulos de gavetas (que coubessem no interior do armário) e caixas ou cestos (para colocar nas prateleiras), mas nenhuma me agradou completamente. Os módulos de gavetas ocupavam demasiado espaço e, como o armário tem portas de correr que não abrem na totalidade, ou o módulo seria estreito ou não conseguiria aceder com facilidade às gavetas. A solução teria que passar por gavetas avulso, pouco profundas e sobrepostas com uma boa distância entre si. E onde poderia eu encontrar algo assim? Claro, na IKEA! Não, este não é um artigo patrocinado. Francamente, lembrei-me que uma solução do género da que pretendia poderia existir em alguma gama de armários Ikea. Fui procurar e encontrei, então, estes cestos de arame, muito bonitos, leves e modernos. E baratos. Com uma medida muito próxima da que necessitava.   •     Apenas tive que comprar os cestos, as respetivas calhas e colocar duas placas de contraplacado, uma de cada lado do armário, para encurtar a largura em 1cm, até ficar com a medida que necessitava para suspender os cestos. Com uma boa distância entre os cestos, consigo visualizar e aceder perfeitamente a toda a roupa, e ainda consigo puxá-los ligeiramente para fora. Inicialmente, só tinha comprado dois, para blusas de malha e camisolas, mas depois fui buscar um terceiro para arrumar também as calças de ganga. Não é que as calças fiquem mal, dobradas e empilhadas – até funciona –, mas eu queria um espaço mais amplo por baixo das blusas penduradas nos cabides, e aproveitar essa prateleira para colocar um ou outro acessório utilizado com...

Jarra de vidro. ♥ Cá em casa não temos hábito de consumir água engarrafada. No entanto, eu acho que a garrafa de vidro é uma peça tão bonita! Gosto mesmo. Foi por isso que, a determinada altura, comprei uma dezena delas, de marcas diferentes, com linhas diferentes e tamanhos variados. Durante uns dias fiz prova de quase todas as águas engarrafadas do mercado :-D e fiquei fã das águas com sabores. Ainda assim, o meu objetivo não era provar as águas, mas sim ficar com as garrafas para fazer delas jarras de vidro. Gosto delas e não tenho qualquer pudor em usá-las como jarras (como fiz aqui). Acho que dão um ar mais descontraído, natural, um pouco até négligé, ao ambiente. Há dias, precisava de uma pequena jarra para o atelier. Fui buscar uma das garrafas, mas queria dar-lhe um ar mais cuidado. Peguei então numa de corpo reto (porque há outras com curvas e barriguinhas), num pedaço de napa (a mesma que tenho usado em outros diy), cortei uma faixa e envolvi a garrafa. Peço desculpa não ter fotografado cada passo, para verem como fiz, mas não estava a pensar partilhar...

Linda esta parede, não? Esta semana terminámos um dos projetos mais apetecíveis para o atelier, uma parede. Não uma parede qualquer, em tijolo ou pladur, mas uma parede móvel. E para quê uma parede móvel, perguntam vocês. Sim, nós já construímos uma parede fixa (para quem não se lembra, podem vê-la aqui), mas não queríamos construir outra, para ter o espaço amplo sempre que quisermos. É que, por vezes, precisamos de resguardar uma ou outra zona do espaço e não queríamos nada fixo, nada definitivo. Queríamos algo do tipo biombo, que pudéssemos arrastar para onde fosse preciso. Por outro lado, precisávamos também de um cenário para fotografar os nossos trabalhos, algo que se pudesse mover para apanhar a melhor luz e ajustar-se ao objeto (por vezes grande) e decidimos, então, fazer esta estrutura com rodízios. A ideia andava por aqui há imenso tempo, mas decidimos meter mãos à obra quando descobrimos os papeis de parede mais giros de sempre! Tão giros que, em vez de uma, resolvemos fazer duas paredes destas, uma para o andar de cima e outra para a oficina, com duas faces diferentes cada uma. Mandámos vir os papeis daqui:  Papel de Parede dos Anos 70  – e estamos rendidos à sua qualidade!...

Por aqui usamos cola branca em doses industriais. Usamos em madeira (imprescindível!), em papel e até mesmo em tecidos. Toda a família a pode usar, pois é a mais segura e inofensiva das colas, excelente para materiais porosos, solúvel em água (o que pode ser vantagem ou desvantagem), fica transparente depois de seca e tem um custo baixo. Não, não estamos a ser patrocinados por nenhuma marca de cola branca. Nem sequer pelo produto de que vos vou falar a seguir. Se usam muito cola branca (ou cola de madeira), como nós, de certeza que já se depararam com a tampa coberta de cola seca, impossível de abrir, e o bico entupido,...

Muitos nos têm dito que gostam das nossas fotografias no blog, e sugerem que devemos ter uma máquina fotográfica excelente. Sim, temos uma boa máquina mas, sobretudo, o que fazemos é dispender bastante tempo a criar a imagem que queremos. Para fazer justiça às nossas obras, não basta tirar-lhes uma fotografia com uma boa máquina e pronto. É preciso criar uma estética, produzir o ambiente, escolher o melhor ângulo, estudar a luz, aguardar a melhor hora do dia,...

Desde que esta porta apareceu nas primeiras fotografias, que várias pessoas nos perguntaram onde comprámos o sistema de correr. Prometi que faria um artigo no blog sobre este assunto e, por isso, aqui está! Desde sempre imaginámos que, para um espaço como este, do nosso atelier, a porta de correr ideal (para o wc) seria vistosa e assumiria as ferragens, o sistema de correr. Não foi fácil encontrar um sistema de preço acessível. O que encontrámos nas lojas de bricolage era muito caro. Fomos, então, pesquisar na internet, e eis que nos apareceu este equipamento, com um valor muito mais em conta. Não sei se por ser mais barato – ou se serão todos assim –, mas este sistema deu uma trabalheira a montar! Foi preciso resolver problemas atrás de problemas. 1 - Se o chão for irregular a porta pode não correr com facilidade ou, pelo contrário, descair em demasia; 2 - Se a parede for de pladur, o peso torna-se demasiado e a porta+sistema tendem a descair (nós tivemos que reforçar a parede por trás, com uma barra, prensando a parede); 3 - O sistema vem com dezenas de peças. É preciso gostar muito de puzzles, para as montar; 4 - As roldanas têm que ser alinhadas com rigor (as nossas podiam ter ficado melhor); Coçámos a cabeça, montámos, voltámos a coçar a cabeça, desmontámos, voltámos a montar, levámos as mãos à testa, transpirámos e praguejámos! Ainda assim, valeu a pena (diz aqui a Carlota que nem lhe tocou). A porta fica aqui mesmo linda neste estúdio! Deixo-vos algumas imagens do efeito e do próprio sistema, para que possam decidir se querem algo assim do género nas vossas casas ou escritórios. ;-) Este é o batente da esquerda que faz a porta reduzir a velocidade e travar suavemente; ao mesmo tempo é o que a prende para que se mantenha fechada e não volte para trás. À direita tem outro. Terá as mesmas funções que o da esquerda, se a porta for suficientemente grande para chegar aos dois. Para nós não tem utilidade, já que a nossa porta é estreita e colocámos o travão (no chão) a...