Jarra de vidro. ♥
Cá em casa não temos hábito de consumir água engarrafada. No entanto, eu acho que a garrafa de vidro é uma peça tão bonita! Gosto mesmo. Foi por isso que, a determinada altura, comprei uma dezena delas, de marcas diferentes, com linhas diferentes e tamanhos variados. Durante uns dias fiz prova de quase todas as águas engarrafadas do mercado 😀 e fiquei fã das águas com sabores. Ainda assim, o meu objetivo não era provar as águas, mas sim ficar com as garrafas para fazer delas jarras de vidro. Gosto delas e não tenho qualquer pudor em usá-las como jarras (como fiz aqui). Acho que dão um ar mais descontraído, natural, um pouco até négligé, ao ambiente.

Linda esta parede, não?
Esta semana terminámos um dos projetos mais apetecíveis para o atelier, uma parede. Não uma parede qualquer, em tijolo ou pladur, mas uma parede móvel. E para quê uma parede móvel, perguntam vocês. Sim, nós já construímos uma parede fixa (para quem não se lembra, podem vê-la aqui), mas não queríamos construir outra, para ter o espaço amplo sempre que quisermos. É que, por vezes, precisamos de resguardar uma ou outra zona do espaço e não queríamos nada fixo, nada definitivo. Queríamos algo do tipo biombo, que pudéssemos arrastar para onde fosse preciso. Por outro lado, precisávamos também de um cenário para fotografar os nossos trabalhos, algo que se pudesse mover para apanhar a melhor luz e ajustar-se ao objeto (por vezes grande) e decidimos, então, fazer esta estrutura com rodízios.

Por aqui usamos cola branca em doses industriais. Usamos em madeira (imprescindível!), em papel e até mesmo em tecidos. Toda a família a pode usar, pois é a mais segura e inofensiva das colas, excelente para materiais porosos, solúvel em água (o que pode ser vantagem ou desvantagem), fica transparente depois de seca e tem um custo baixo.
Não, não estamos a ser patrocinados por nenhuma marca de cola branca. Nem sequer pelo produto de que vos vou falar a seguir.

Muitos nos têm dito que gostam das nossas fotografias no blog, e sugerem que devemos ter uma máquina fotográfica excelente. Sim, temos uma boa máquina mas, sobretudo, o que fazemos é dispender bastante tempo a criar a imagem que queremos.
Para fazer justiça às nossas obras, não basta tirar-lhes uma fotografia com uma boa máquina e pronto. É preciso criar uma estética, produzir o ambiente, escolher o melhor ângulo, estudar a luz, aguardar a melhor hora do dia,… tirar uma centena de fotografias para escolher a melhor,… enfim, ocupar bastante tempo nessa tarefa.