Ora aqui está um FVM de uma tarde (Faça Você Mesmo ou DIY, como queiram). A cabeceira da cama é um elemento fundamental na decoração do quarto. É o que dita o ambiente. Dependendo do que se pretende, pode-se decorar com mensagens e ilustrações em recorte vinil para uma decoração espirituosa, com cortinas para dar profundidade ao quarto e para uma decoração mais cenográfica, com um poster para conferir um aspeto pop, com espelho e molduras dourados para um ambiente glamoroso, com um velho espelho "da avó" em vime para um ambiente vintage e despretensioso,...

Estou na fase mais difícil do destralhanço. Aquela em que temos que dizer adeus às coisas das quais gostamos, mas para as quais já nem olhamos. Não vale a pena manter uma coisa aprisionada connosco se não é utilizada ou valorizada, certo? Hoje disse adeus à minha impressora de tantos anos. Adorava-a, mas já usava muito pouco, cada vez menos...

Este ano achámos que estava na hora da nossa pequena crescer mais um bocadinho e tornar-se mais responsável. Que isto de andar sempre a definir os seus momentos de estudo, estar sempre a dizer "Tens que estudar", perguntar todos os dias "Não tens trabalhos para fazer?", lembrar "Hoje temos que estudar para o teste não-sei-de-quê" e ter que fixar o seu calendário de testes e trabalhos...

Desta é que foi! O Eme esmerou-se, fez uma casa feliz e são muitas as mensagens de parabéns que temos recebido através do Facebook e do Instagram. Obrigada — mesmo! — a todos os que nos acompanham e vibram com os nossos feitos! Na realidade, muito do que fazemos, fazemo-lo por nós, pelos nossos amigos, mas sobretudo por vocês, que nos acompanham por aqui, a quem queremos mostrar que nada na bricolagem é um bicho de sete cabeças. Quanto à originalidade deste projeto, temos só que voltar a frisar o seguinte: o projeto não é nosso, ou melhor, a imagem não é nossa. Os pais...

Não é preciso ser-se "totó" para desconhecer a diferença, na prática, entre uma aparafusadora e um berbequim! Basta que nunca se tenha precisado destas ferramentas; basta que se tenha adquirido recentemente a primeira casa; basta que, finalmente, nos tenhamos decidido a poupar algum dinheiro não chamando um "mestre de obras" para nos colocar um quadro; ou basta até que a pessoa que habitualmente fazia isso em casa, já não o faz mais...

Há uns 15 anos, numa passagem de ano em casa de um amigo, conversávamos na sala e preparávamos um fondue, enquanto o óleo aquecia na cozinha. Conversa puxa conversa, nunca mais nos lembrámos do óleo, que aqueceu tanto que incendiou. Quando, da sala, vimos o clarão que saía da cozinha, corremos para lá e já as chamas corriam por debaixo do armário de parede. Aflitos, tentámos resolver o problema como podíamos e só me lembro de alguém dizer "não deitem água, abafem o fogo!". Assim fizemos, já não me lembro como, mas houve certamente bastantes estragos. Ninguém está livre de um pequeno incêndio, sobretudo na cozinha. Conscientes...

... É o que me ocorre dizer depois de ver a nossa mais recente "obra". A ideia foi terminar o canto de estudo da Ca sem gastar muito, aproveitando os restos de contraplacado que havia cá por casa (que este mês já estamos para lá de fartos de gastos! Mês duro este, não? Inscrições nisto e naquilo, mais livros de leitura obrigatória, gramáticas e dicionários de línguas pedidos já depois das aulas começarem... nunca mais acaba...). Foi uma ginástica e tanto! Não estou a falar financeiramente (que essa também), mas conseguir fazer prateleiras jeitosas com os restos de madeira que tínhamos. Mas — como é...