Julho 2017

Dando continuidade às nossas reviews, mostramos hoje, muito provavelmente, a ferramenta mais utilizada nas nossas "bricolages" – a aparafusadora Einhell TE-CD 18/2 Li. Esta é uma daquelas ferramentas indispensáveis para ter em casa, seja para montar ou desmontar móveis, construir estruturas e fixar painéis, fazer furos em parede de gesso cartonado, madeira, azulejo ou até mesmo vidro, desde que se utilize a ponteira correcta.     A nossa aquisição de aparafusadoras começou há muitos anos com esta fraquinha Black&Decker KC9024 de 2.4v, que pouco mais dava do que para montar uns móveis. Ainda assim tinha uma particularidade bastante interessante e que nunca mais vi em nenhuma aparafusadora, que era o facto de se poder ligar à corrente para carregar a bateria e poder-se continuar a funcionar com ela.   Pouco tempo depois percebemos que necessitávamos de algo melhor e mais potente. Comprámos então esta Bosch PSR 1440 de 14,4v, que ficava a anos luz da pequenita Black&Decker e que nos acompanhou durante bastantes anos, mas que tinha um problema, só veio com uma bateria. Nós podíamos comprar outra, mas na altura ficava quase tão caro como comprar outra aparafusadora nova.   Sendo assim fomos adiando a compra de outra bateria ou de outra aparafusadora, até chegarmos àquele momento em que um trabalho urgente nos "obriga" a ter que, impulsivamente, fazer uma compra errada e daí pegar na primeira promoção que encontramos numa grande superfície comercial. À partida nem parecia má compra; a marca é boa, o preço também, trazia duas baterias, mas...

Ora, para quem já utilizou com certeza não vou contar nada de novo mas, para esta vossa amiga que nunca gosta de ser a primeira a experimentar nada, ontem abriu-se todo um mundo novo no que toca a lavagem e secagem de roupa, principalmente daquelas peças mais chatas, que não cabem nas nossas máquinas de lavar. A última vez que mandámos o nosso tapete branco à lavandaria – comprado baratíssimo durante umas férias no sul de Espanha (e já vão perceber a razão desta informação) –, pagámos mais de 40€. Paguei isso e achei justo, porque o tapete é grande e os custos de eletricidade, água, detergente e mão de obra têm que ser cobertos, claro! Mas havia aqui uma coisa que não deixava de me chatear: pagar este valor todas as vezes que o mandava limpar...

Imagino o que estarão a pensar: "Mas decorar prateleiras tem alguma ciência?" Tem. Descobri que sim. Não é que exista uma e só uma forma de o fazer, ou uma fórmula. Há quem goste de prateleiras só de livros e quem goste de misturar itens; há quem prefira esquemas monocromáticos e quem viva de muita cor; há os extremamente organizadinhos e os mais descontraídos, os minimalistas, os maximalistas e os que estão a meio, entre uns e outros...

A nossa sala continua em remodelação. É uma obra que parece não ter fim. Não mandámos paredes a baixo, não alterámos a estrutura existente mas, ainda assim, havia muito a fazer, problemas antigos para resolver, e tudo demora tempo (principalmente, porque apenas nos podemos dedicar a ela em horário pós-laboral). No Instagram temos revelado algumas imagens, mas a grande revelação será feita aqui, em breve. ;-)     Entretanto, já chegámos à fase dos pormenores e da decoração – "finally a stars shine on me!" – e é sempre aqui que "a porca torce o rabo"...

Hoje damos a palavra à nossa amiga Helena. Em resposta ao último artigo publicado, recebemos uma mensagem sua e não podemos deixar de a partilhar. Arranjámos fotografias que complementam o texto, mas vamos ver se fazem justiça à realidade, dado que foram tiradas a correr, sem grandes preocupações estéticas...

Para a sala da nossa amiga recuperámos uma estante cujo próximo destino seria o lixo. Quando a vi, reparei que estava em mau estado, que já teria vindo de outro local, onde teria tido uma função muito específica. Vim a saber que veio de um sótão e fez parte de uma biblioteca pessoal (por isso aquele acabamento estranho, em bico). Mesmo velhota, com rachas, cortes estranhos e muitos pregos, gostei logo dela! Gostei da madeira, da cor, da estrutura e da forma de encaixe peculiar das prateleiras. Achei que devíamos tentar recuperá-la pois ficaria muito bem na nova sala da Helena. Estantes estreitas são perfeitas para livros (e salas pequenas). Desmontámo-la e trouxémo-la para casa.     Cortámos os topos (em bico) e acertámos as alturas de todas as peças. Depois de alguma procura, conseguimos encontrar um produto (à base de água...

É muito usual ver cabos de carregadores neste estado, a desfazer-se junto ao terminal. Nós temos um assim. No outro dia dei com ele com esta solução: uma palha a envolver a área fragilizada. Foi a Cá que descobriu, algures na internet. É só cortar uma palhinha no comprimento, fazer outro corte longitudinal e encaixar no cabo. Neste caso, como estava um pouco larga, a Cá colocou duas e a de dentro ficou um pouco mais apertada. Também se pode apertar a palhinha e colocar um pouco de fita-cola (ou uma washi tape toda giraça). Se não quisermos mesmo que saia do lugar, também se pode aquecer com um secador de cabelo até derreter um pouco e aderir ao cabo, mas nós não fomos tão longe...