DIY

É muito usual ver cabos de carregadores neste estado, a desfazer-se junto ao terminal. Nós temos um assim. No outro dia dei com ele com esta solução: uma palha a envolver a área fragilizada. Foi a Cá que descobriu, algures na internet. É só cortar uma palhinha no comprimento, fazer outro corte longitudinal e encaixar no cabo. Neste caso, como estava um pouco larga, a Cá colocou duas e a de dentro ficou um pouco mais apertada. Também se pode apertar a palhinha e colocar um pouco de fita-cola (ou uma washi tape toda giraça). Se não quisermos mesmo que saia do lugar, também se pode aquecer com um secador de cabelo até derreter um pouco e aderir ao cabo, mas nós não fomos tão longe...

Como se não bastasse todo um mês de junho cheio de afazeres, ainda tivemos que lidar com o stress emocional e os problemas de autoconfiança do nosso Luke. Sim, este bicho deu em marcar território em todos os cantinhos do atelier...

Acreditam que esta porta foi "arranjada" quando comprámos e remodelámos a casa? Não fecha, não tem puxador, está toda quincada, as dobradiças são demasiado largas e grossas para ali, tem uma bela massa castanha a tapar os buracos e as molduras dos vidros, vidros esses que ficaram riscados (sim, porque fornecemos novos e eles foram capazes de os riscar todos!),...

Agora sim, a entrada do atelier está à maneira! Enquanto um pintava estrelas e passarinhos, o outro investia em mais uma das suas visões – o nosso logotipo em tamanho gigante! E digam lá que não ficou fixe! Aqui a Carlota está encantada! A base foi construída com as ripas de um estore velho (aquele que falta ali na porta de vidro, ao lado do outro :-D ), os números foram recortados em PVC (na CNC que o Eme comprou às peças e que o próprio montou com as suas mãozinhas). Depois, um pouco de tinta preta e uma lata de spray bronze fizeram o acabamento. Mas nada como ver o vídeo! Espreitem aqui e, não se esqueçam, se gostarem façam GOSTO  e subscrevam o canal! Carlota  ...

HIP, HIP, URRAAA para os projetos baratos, rápidos e fáceis de fazer!!! Eu estou absolutamente in love ♥ com o nosso novo suporte de vasos! Já há tempos que queria um e até já tinha visto à venda, mas não ao preço a que este nos ficou - 4,20€! Além disso, é mesmo bom olhar em volta, na nossa casa, e sentir que ela tem muito de nós, tem a nossa mãozinha aqui e ali. Vamos mostrar como fizemos, para poderem fazer também.   Suporte de vasos / floreira (estilo Mid-Century Modern) Ferramentas necessárias: No final ainda vamos precisar de lixadora e lixa, verniz incolor e trincha. O material que usámos: duas ripas de casquinha, uma de 27x27x2400mm e outra de 27x34x900mm. Este projeto foi feito para um vaso de 30cm de altura e 30cm de diâmetro. É um vaso grande. Para vasos mais pequenos pode-se ajustar as medidas.   1 e 2. Corta-se a ripa de 27/27 por forma a ficarmos com quatro peças de 39,5cm (para as barras verticais) e a ripa de 27/34 por forma a ficarmos com duas peças de 32cm de comprimento (para a base em cruz, um pouco maior que o diâmetro do vaso); 3. Marca-se o centro das duas ripas mais pequenas (na face mais larga, de 34mm) e 13,5mm para cada lado do centro (para que uma ripa encaixe na outra); Marca-se também a metade da altura, 17mm; 4 e 5. Agora trabalha-se melhor se fixarmos as ripas à bancada, com dois grampos; Com uma serra e um escopro abre-se a área onde as duas vão encaixar; 6.  Com uma grosa retira-se o excedente de madeira; 7. Com uma lima alisa-se a superfície; 8. Fazemos o mesmo à segunda ripa de 32cm (como serra, usámos a ferramenta multi-funções da Einhell); 9. Ficamos, então, com 4 ripas verticais de 27x27x395mm e 2 de 27x34x320mm (com a área de encaixe já cortada);   10, 11 e 12. Cola-se as duas peças com cola branca, bem encaixadas uma na outra. Ficamos com uma cruz;   13. Com o berbequim faz-se dois furos em todas as extremidades da cruz (a olho); 14 e 15. Coloca-se dois marcadores nos furos de uma das extremidades; 16. Marca-se o centro das quatro ripas maiores (as verticais); 17. Pressiona-se a extremidade que tem os marcadores contra uma das ripas verticais (não no centro, mas do centro para um dos lados, por forma a ficarmos com uma distância...

Finalmente vamos tratar da nossa sala! Dez anos depois de uma obra que, devo dizer, ficou muito mal amanhada, e com a qual não ficámos nada satisfeitos (tinta reles nas paredes, portas mal decapadas, mal arranjadas e ainda pior envernizadas,...