DIY

Por aqui usamos cola branca em doses industriais. Usamos em madeira (imprescindível!), em papel e até mesmo em tecidos. Toda a família a pode usar, pois é a mais segura e inofensiva das colas, excelente para materiais porosos, solúvel em água (o que pode ser vantagem ou desvantagem), fica transparente depois de seca e tem um custo baixo. Não, não estamos a ser patrocinados por nenhuma marca de cola branca. Nem sequer pelo produto de que vos vou falar a seguir. Se usam muito cola branca (ou cola de madeira), como nós, de certeza que já se depararam com a tampa coberta de cola seca, impossível de abrir, e o bico entupido,...

Muitos nos têm dito que gostam das nossas fotografias no blog, e sugerem que devemos ter uma máquina fotográfica excelente. Sim, temos uma boa máquina mas, sobretudo, o que fazemos é dispender bastante tempo a criar a imagem que queremos. Para fazer justiça às nossas obras, não basta tirar-lhes uma fotografia com uma boa máquina e pronto. É preciso criar uma estética, produzir o ambiente, escolher o melhor ângulo, estudar a luz, aguardar a melhor hora do dia,...

Desde que esta porta apareceu nas primeiras fotografias, que várias pessoas nos perguntaram onde comprámos o sistema de correr. Prometi que faria um artigo no blog sobre este assunto e, por isso, aqui está! Desde sempre imaginámos que, para um espaço como este, do nosso atelier, a porta de correr ideal (para o wc) seria vistosa e assumiria as ferragens, o sistema de correr. Não foi fácil encontrar um sistema de preço acessível. O que encontrámos nas lojas de bricolage era muito caro. Fomos, então, pesquisar na internet, e eis que nos apareceu este equipamento, com um valor muito mais em conta. Não sei se por ser mais barato – ou se serão todos assim –, mas este sistema deu uma trabalheira a montar! Foi preciso resolver problemas atrás de problemas. 1 - Se o chão for irregular a porta pode não correr com facilidade ou, pelo contrário, descair em demasia; 2 - Se a parede for de pladur, o peso torna-se demasiado e a porta+sistema tendem a descair (nós tivemos que reforçar a parede por trás, com uma barra, prensando a parede); 3 - O sistema vem com dezenas de peças. É preciso gostar muito de puzzles, para as montar; 4 - As roldanas têm que ser alinhadas com rigor (as nossas podiam ter ficado melhor); Coçámos a cabeça, montámos, voltámos a coçar a cabeça, desmontámos, voltámos a montar, levámos as mãos à testa, transpirámos e praguejámos! Ainda assim, valeu a pena (diz aqui a Carlota que nem lhe tocou). A porta fica aqui mesmo linda neste estúdio! Deixo-vos algumas imagens do efeito e do próprio sistema, para que possam decidir se querem algo assim do género nas vossas casas ou escritórios. ;-) Este é o batente da esquerda que faz a porta reduzir a velocidade e travar suavemente; ao mesmo tempo é o que a prende para que se mantenha fechada e não volte para trás. À direita tem outro. Terá as mesmas funções que o da esquerda, se a porta for suficientemente grande para chegar aos dois. Para nós não tem utilidade, já que a nossa porta é estreita e colocámos o travão (no chão) a...

Hoje, em arrumações no computador, é que percebi a quantidade de candeeiros e abajures que nós já fizemos. Já criámos, já produzimos e já reciclámos uma boa dose deles! Para ser franca, não sei qual gosto mais. Gosto de todos e de cada um no espaço que lhe foi destinado. Faço hoje, aqui, um apanhado só dos abajures e digam-me vocês qual faz mais o vosso género, qual gostam mais. Este foi o primeiro. Um abajure que fiz para o quarto antigo da Cá. Todo bohemian gipsy e bem alegre. Lembram-se da nossa intervenção no hostel Impact House? Aqui, substituímos todos os abajures anos 90 por cestinhas do pão variadas, numa alusão ao ato de reciclar. Formas de pudim em forma de flor foi outra das soluções que encontrámos para abajures originais, numa alusão à reciclagem e à natureza. A ideia deste abajure, feito a partir de napa entrelaçada, perseguiu-me durante semanas e não sosseguei enquanto não o fiz! Continua no nosso hall para o escritório. É mesmo um dos meus favoritos. Tão distinto! E este, feito de fios de linha de crochet, lembram-se? Este é dos manhosos! Tem que se colocar bem os fios que seguram o arco para não descair para um dos lados, no final tive que acertar a olho a altura de todos os fios e está sempre a pedir para ser penteado. No interior, em vez de lâmpada, tem umas fairy lights a pilhas, o que lhe dá muita leveza e graciosidade (e permite a sua colocação em qualquer canto da casa, sem precisar de instalação elétrica). E agora há um, que nunca publiquei, fiz o ano passado para o quarto da Cá, e que também gosto imenso, que é este, feito com franjas. Não ficou muito barato - que as franjas são carotas - mas foi mais uma daquelas ideias que me perseguiram durante semanas e eu tinha que o fazer. À exceção dos do hostel, todos os outros fiz para aproveitar os nossos velhinhos abajures já manchados pelo tempo (ou pouco engraçados). Talvez por ter sido eu a fazer cada um, não me consiga decidir por qual gosto mais. São todos...

Quadros na parede, bem visíveis aos olhos de todos, para escrever listas de tarefas, fazer o planeamento semanal ou mensal, colocar horários e calendários, são imprescindíveis para uma boa organização de equipa, seja familiar ou profissional. Nós somos adeptos desta forma de "estar em sintonia". Em casa, temos um grande quadro preto e, no atelier, sempre tivemos um daqueles quadros brancos de escritório. Eficiente, mas pouco engraçado. Como certamente saberão, há uns meses mudámos o nosso local de trabalho para um novo espaço e também aqui precisámos do dito "quadro branco". No entanto, a miúda desta casa fazia questão de um quadro mais interessante...

BOM ANOOOO, pessoal!!! Ora aqui estou eu a cumprir a última promessa de 2018: partilhar convosco o que aconteceu com alguns dos DIY feitos por nós ao longo destes três anos. Avaliando assim, de repente, só me lembro de um que não vingou. De resto, julgo que nos podemos dar por muito felizes com a taxa de sucesso dos nossos projetos. Mas, antes disso, queremos aproveitar a ocasião para vos desejar um 2019 muito feliz! Que seja um ano muito profícuo, produtivo e criativo para todos!...

O Natal está mesmo aí, mas ainda temos o fim-de-semana para fazer o que nos falta e dar mais um ar da nossa graça à casa (há coisas que eu gosto de deixar mesmo para o fim). Do pinheirinho à mesa de natal existem imensos locais que podemos tornar mais alegres e de acordo com o espírito. Pediram-nos ideias. Assim sendo, deixo-vos algumas de última hora para uma casa preparada para receber todos aqueles que amamos da melhor forma. Decoração da árvore de Natal Não acredito que ainda haja alguém que não tenha decorado a sua Árvore, mas aqui ficam umas dicas: para conseguir um efeito "revista" coloque as luzes de baixo para cima, seguindo-se os laços ou fitas, que devem ser colocados de cima para baixo; depois, escolha algumas bolas de tamanho maior e, pelo meio, coloque as bolas mais pequenas ou outros pequenos enfeites. Desta forma, consegue criar um efeito visual mais interessante e vários pontos onde o olhar se pode focar, dando uma sensação de elegância à árvore de Natal. Um pinheirinho alternativo Para todos aqueles que querem fugir ao tradicional pinheiro de Natal, existem inúmeras opções criativas, desde usar paletes a ripas de madeira para criar a estrutura da árvore, ou com enfeites naturais, como ramos e até mesmo frutos secos. Dessa forma, estaremos também a ajudar o meio ambiente, uma vez que estamos a reciclar e a reutilizar materiais. Para seguir ainda mais uma vertente ecológica, pode também optar por usar embrulhos feitos em papel vegetal ou reciclado, atando-os com corda de sisal para um efeito mais natural (diminuindo, ao mesmo tempo, a pegada ambiental que é deixada durante esta época do ano). Este papel serviu de base para uma pintura. No final, em vez de o deitar fora, aproveitei e continuei os riscos na vertical e na horizontal (para fazer um xadrez) e fiquei com um papel de embrulho bem bonito. Decoração da mesa de Natal Existem várias opções de decoração, desde usar algumas bolas que sobraram do pinheiro (ou outras adquiridas para o efeito) até utilizar alguns embrulhos feitos especialmente para decorar. Pode também reutilizar alguns frascos ou garrafas em vidro...

Uma designer do atelier disse um dia que "nesta empresa até dá vontade de tirar os sapatos e trabalhar descalça". Estávamos no espaço antigo, pavimento de soalho flutuante, e nunca mais me esqueci da sensação boa que é ouvir dizer que o nosso espaço é confortável (e limpo). De facto, por aqui, de vez em quando, tiramos os sapatos. Foi por isso, por sensações como essa, que resolvemos pintar o chão do novo espaço de branco, uma cor inusitada, luminosa e "limpa"! Estivemos muito perto de o deixar como estava, cinzento e com as marcas de uso. Mandar pintar um pavimento destes (industrial, com uma área grande, com uma tinta própria, de uma cor clara,...